RENTABILIDADE ECONÓMICA

O estudo da Rentabilidade Económica é procedido da preparação da Demonstração de Resultados contabilística, permitindo analisar a exploração da rentabilidade da empresa tendo em conta certos indicadores económicos, tais como o Resultado de exploração (RE = Rendimentos de Exploração – Gastos de Exploração).

A rentabilidade é calculada de acordo com o capital total investido, sendo expresso em percentagem. Sabendo que este rácio relaciona os lucros com o património, poderemos afirmar o seguinte: se um investimento de cem mil euros gerar um benefício de dez mil euros a rentabilidade será de dez por cento ao ano. Sendo assim, percebe-se qual o retorno do investimento, que relaciona rentabilidade com o capital investido e com o tempo.

Com um retorno de investimento de dez por cento ao ano, os investidores vão precisar de dez anos para recuperar o seu investimento na totalidade. Porém, antes de obtermos tais valores e percentagens, é necessário testar a viabilidade de tais bens e serviços; de perceber qual o grau de aceitação dos clientes, os pontos fortes e fracos e as oportunidades e ameaças do projeto de negócio. É que, para além desta realidade, o empresário, que procura constantemente a melhor rentabilidade, poderá ter em conta outras hipóteses para aplicar os mesmos cem mil euros. Se o empresário, agora cidadão comum, analisar este rácio numa perspetiva financeira, deverá perceber que a rentabilidade será expressa em juros; valor que receberá pelo depósito (por emprestar dinheiro) desse mesmo dinheiro numa dada instituição financeira.

Assim, se um depósito a prazo fixo oferecer juros de dez por cento ao ano, numa economia com uma inflação de dois pontos percentuais, por exemplo, a rentabilidade dessa poupança será equivalente a oito por cento ao ano… sem mais chatices. Digo isto, porque ser empresário não é fácil! A vida do empresário português é difícil, pois tem de lidar com a agressividade (muitas vezes desleal) da concorrência e com as constantes evoluções tecnológicas (um grande negócio), com o custo brutal da energia, dos combustíveis e das matérias primas; com a legislação em vigor que satisfaz única e complexamente o sistema judicial e, ainda, com as crises cíclicas da economia e com os erros de todos e mais alguns.

Seja qual for o perfil do investidor, a pessoa em causa terá de ter noção do custo de oportunidade, mensurando o custo daquilo que deixa de fazer quando opta por se tornar empresário. Mais: deverá saber que, como empresário, caso o negócio entre em decadência, terá de evitar todo o tipo de dívidas, incluindo as fiscais… e todas as outras pois, se optar por apagar o fogo com empréstimos bancários, com juros elevados, rapidamente deverá perder a capacidade de pagar ordenados, impostos e outros encargos… de viver livremente!

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